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A endometriose intestinal ocorre quando o tecido semelhante ao endométrio — a camada que reveste o útero internamente — se desenvolve fora da cavidade uterina e passa a se alojar nas paredes do intestino, principalmente nas regiões do reto e do sigmóide. Porém, também podem ocorrer no apêndice e no ceco.
O intestino, por sua vez, é uma estrutura muscular altamente sensível, responsável pela absorção de nutrientes, água e pelo trânsito intestinal regular.
A sua função depende de movimentos coordenados e livres de inflamação para funcionar de forma confortável e eficiente no nosso dia a dia.
Quando focos de endometriose se infiltram nas camadas musculares do intestino, eles sofrem influência dos hormônios do ciclo menstrual, inflamando e sangrando mensalmente.
Esse processo gera aderências entre os órgãos, dores profundas e alterações digestivas severas que exigem a avaliação especializada de um coloproctologista em São Paulo.
Embora a intensidade dos sinais varie de acordo com a profundidade da infiltração no tecido, a evolução da endometriose intestinal costuma desencadear sintomas muito claros, que se tornam visivelmente mais intensos durante o período menstrual:
Dor pélvica crônica, cólicas menstruais incapacitantes e dor profunda durante as relações sexuais;
Distensão abdominal, excesso de gases, náuseas e sensação de estufamento cíclicos (mais comuns no período menstrual);
Alterações no ritmo intestinal durante a menstruação, variando entre episódios de diarreia ou constipação severa;
Dor, puxo ou sangramento retal ao evacuar nos dias do fluxo menstrual.
O tratamento da endometriose intestinal depende do tamanho das lesões, dos sintomas e do desejo reprodutivo da paciente.
Enquanto os casos superficiais de endometriose intestinal podem ser manejados com medicamentos, as lesões profundas, que causam obstrução ou dores intratáveis, exigem a intervenção cirúrgica para a retirada dos focos, removendo todo o tecido doente preservando ao máximo a função do intestino.
Shaving (Raspagem): Indicado para lesões superficiais;
Ressecção em Disco: Utilizado para lesões nodulares pequenas, mas que infiltraram a parede;
Retossigmoidectomia: Reservada para lesões extensas ou múltiplas;
Apendicectomia: Casos de acometimento da endometriose no apêndice cecal;
Colectomia direita/ Ileotiflectomia: Quando a endometriose no apêndice já está mais profunda e atinge o cólon;
Ressecção de endometrioma de parede abdominal: Quando um implante de endometriose acomete a parede abdominal, geralmente em áreas de cirurgias prévias.
Reuni abaixo as respostas para as principais dúvidas trazidas ao consultório, explicadas de forma clara e transparente.
Conviver com a endometriose intestinal causa um impacto que vai muito além das dores físicas incapacitantes: ela desgasta o emocional da paciente, gera cansaço crônico e prejudica a liberdade de fazer planos simples no dia a dia.
Se você se sente exausta sem encontrar uma melhora real, saiba que existe um caminho de tratamento para devolver a sua qualidade de vida. Você não precisa conviver com essa dor!
Agende sua avaliação com a coloproctologista em São Paulo, Dra. Aline Mendes, especialista em endometriose intestinal.
Nosso compromisso é ouvir, entender, acolher e cuidar da sua história com a máxima atenção, profissionalismo e ética, construindo juntas o caminho de volta para o seu bem-estar.